"A confirmação da existência de um testamento continua a depender de um mecanismo burocrático que já não responde às necessidades dos cidadãos", defende Filipa Azevedo Maia, Vice-presidente da Ordem dos Notários, num artigo de opinião publicado no Jornal de Notícias.
A autora alerta para a necessidade de modernizar o sistema sucessório através da criação de um registo central eletrónico de testamentos, de consulta rápida e segura pelas entidades competentes. A proposta passa também por tornar obrigatória a verificação da existência de testamento sempre que seja iniciado um processo sucessório, reforçando a segurança jurídica, reduzindo atrasos nas partilhas e garantindo o efetivo cumprimento da última vontade dos cidadãos.
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